Camisinha distribuída pelo governo: será que ela protege mesmo?

A distribuição de camisinhas é uma das ações do Ministério da Saúde para combater a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Mas aí surge a dúvida: será que a Vista-se, preservativo disponibilizado gratuitamente pelo governo, é eficaz?

Após levar o preservativo ao laboratório, descobrimos que você pode ficar sossegado: a Vista-se é segura sim. Além disso, se engana quem acha que ela deixa a desejar quando comparada às camisinhas vendidas em farmácias.

Para começar, avaliamos a integridade da embalagem que envolve a Vista-se e não encontramos problemas. Ou seja, ela está devidamente protegida contra calor, umidade excessiva e contaminações – tudo aquilo o que poderia prejudicar a eficácia do produto.

A largura do preservativo é adequada não apenas para proporcionar conforto, mas para evitar que o produto deslize. A Vista-se também está em conformidade quando o assunto é comprimento. Ela respeita o tamanho mínimo de 16 centímetros (desconsiderando-se o reservatório) estipulado pela legislação. A espessura foi outro ponto positivo: a camisinha é fina o suficiente para não comprometer o prazer durante a relação sexual.

E a informação mais esperada: não precisa se preocupar, pois a chance de a Vista-se estourar é mínima. Após encher o produto com ar, como se fosse um balão, constatamos que sua capacidade volumétrica e de pressão de estouro respeita os padrões estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que diminui, e muito, a chance de ele se romper durante o uso. Conferimos ainda se a camisinha trazia orifícios. E a boa notícia é que não encontramos um buraquinho sequer.

Fonte: Minha Saúde

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